domingo, 20 de julho de 2008

A Sereia do Mississipi

O filme começa com um jornal e surge a seção de classificados: “À procura de amor”. Ao fundo ouvimos: "Mulher solteira, 23 anos...".... Um homem de óculos chega correndo num hotel, onde Louis Mahé (Jean Paul Belmondo), dono de uma fábrica de tabacos em Renioun, irá se casar por correspondência. Seu sócio o presenteia com as alianças, o buquê e lhe deseja boa sorte.

Em frente ao navio Mississipi, Mahé vêe todo tipo de gente saindo, menos a morena da foto. Já cansado e frustado decide embora. Porém, surge em sua frente Julie (Catherine Deneuve) carregando uma gaiola com um canário.

Enfim casados, Mahé começa a perceber um comportamento estranho em sua esposa. Julie e não escreveu à irmã, não quer abrir seu baú e nem se importa quando o seu canário morre.

Mesmo assim, Louis decide compartilhar sua conta bancária com Julie. Porém, ela foge com 27 milhões de dólares. Ele então, vai no seu encalço e durante a caçada que Mahé descobre a verdadeira identidade de sua esposa.

É nesse momento que filme “Sereia do Mississipi” cresce e toma forma. Dirigido por François Truffat em 1969. Na segunda parte do filme, o diretor traça paralelos interessantes e nos mostrará que a partir desse fato, o casal testará o amor e confiança ao máximo. O final lembra muito o estilo de Jean Renoir.

As melhores cenas são: Durante o casamento, quando Deneuve lambe o dedo para a aliança pequena entrar e quando Mahé percebe que está sendo envenenado quando vê um recorte da Branca de Neve.

Com vcs o trailer de “Sereia do Mississipi”.

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