terça-feira, 22 de maio de 2012

Colhendo Objetos Mágicos

Fiz uma viagem que não foi só bom para me divertir e me desligar do cotidiano como foi fundamental para meu auto conhecimento. Descobri até onde eu posso ir. Como estava sozinha, quem via a hora de levantar, fazer ou não o programa era eu. Como na sexta, que não fui numa Galeteria com o grupo e resolvi desbravar Gramado sozinha. Que acabou sendo o dia mais fundamental magicamente.

Primeira parada importante: Tramontina. Desde do começo sabia que queria facas com nome. Sabia que precisava comprar uma faca para um amigo filho de Odin. Achei quase uma adaga, de cabo dourado e lança meio diagonal. Pedi para colocarem o nome de Odin na faca e veio numa bainha. Meu amigo adorou e espero que estafaca cerry faca o ajude no que for preciso. Então queria para me ajudar na cozinha mágica, uma faca de chef. Afinal estava na Tramontina. Achei uma faca linda de cabo preto e muito pesada. Então pedi para marcar o nome de Cerridwen, afinal queria consagrar a ela e de uma forma já por a carga dela na faca. Na hora de escrever deu muito medo de escrever errado. Senti que ela aceitou a homenagem mesmo que estivesse escrito errado. Sem ter acesso a internet só fui descobrir que tinha escrito certo no dia seguinte no hotel pelo google no celular. A faca aos poucos terá a energia dela e durante o preparo das comidas mágicas.

Quase partindo, nossa última parada foi numa cidadezineostreha linda de descendência alemã chamada Nova Petrópolis. Lá além de ver uma linda aldeia alemã medieval, um labirinto de arbustos, achei um artesanato muito delicado. Então no Parque Aldeia do Imigrante, na feirinha de artesanato achei um lindo ovo pintado como as casinhas alemãs. Levei consagrado para Eostre. Pus no Altar e no seu devido tempo terá sua função.

Além de ver muito em Gramado em geral uma plantinha chamada plátano que no Canadá se chama maple, sendo o símbolo da bandeira deste país. Que por representar outono já diz muito de minha deusa regente Perséfone. Peguei uma destas folhinhas e guardei no meu livro. Então seguindo e ouvindo minha adorada rainha do submundo, quando parei numa fábrica de cristais, senti que precisava muito comprar um cálice para ela. Queria algo para minha mãe, mais senti ela pedir para me focar na forma e desenho de sua taça. Vi uma com flores bonitas, mais estas eram muito grandes. Lá fomos nós com a vendedora achar flores pequenas e delicadas. Demoramos até achar com a flor e o bojo grande pois ficará no altar e precisa ser imponente digna de uma senhpersefoneora do submundo. Enfim sexta-feira, penúltimo dia, desbravei Gramado. Adorei atravessar a rua, e os carros pararem estando você na faixa de pedestre ou não. Achei o restaurante Bistrot Brillat que já comentei abaixo. Achei uma lojinha simpática, uma marchetaria. Lá vi uma linda ovelhinha negra para dar para minha mãe e numa cesta cheia de frutas de madeira, lá estava imponente uma linda romã, símbolo maior de Perséfone, feita de madeira maciça. Dava para sentir sua energia no meu altar mesmo estando muito longe dela. Hoje olhando para ela dá para sentir como ela trás o auto conhecimento desta deusa tão densa.

O mais difícil foi achar presentes para minha amiga filha de Bastet. Por ser uma deusa bastetalegre e muito consumista, acabei comprando umas 5 coisas. Mais os objetos mágicos mesmo foram um brinco no Museu das Pedras Preciosas, bem simples feita com quartzo cereja e o que senti que a deusa dela queria muito um chapéu muito comum na região com cara de russo, feito de pelos manchadinho de marrom e o mais importante com pelos dentro aquecendo a cabeça.

Voltei para casa cheia de histórias, lembranças e conectada com minha strega, pois lá sempre reverenciávamos os imigrantes italianos e alemães que se sacrificaram para construir o Rio Grande do Sul. Sempre ao som da linda música Merica, Merica.

4 comentários:

Katharina Dupont disse...

A magia das coisas simples, a mais poderosa de todas..

Danu disse...

Concordo Katharina! Foi um ataque com consumista mais com os deuses do lado. Hahaha!

Odir Fontoura disse...

Ah, o Sul! Terrinha mágica por natureza. Como eu curto esse lugar. É mágico andar por esses lugares, principalmente no Outono ou no Inverno!

Bela postagem!

Danu disse...

Odir,

Obrigada! Lá é mágico mesmo. Acho que as pessoas de lá facilitam muito a magia, né?